Usina de Pensamentos
Marcadores: usina
Criar, mudar, refinar o pensamento! Viver o sentimento e sentir o que é vivido! Enxergar as ilusões recolocar-se na realidade! Ter insights, sentir-se continuamente inspirado... Seja mais um operário na Usina de Pensamentos!
A cena passou-se em um dia qualquer da década de 1970, fase aguda da repressão militar. O professor de Geografia foi chamado à sala da diretora, que, além de ter seu papel de gestora, comandava a orientação pedagógica e educacional, a Coordenação e muitas outras funções. Não que não houvesse pessoas para realizá-las. Elas existiam, é claro, mas exerciam seu trabalho segundo regras, fundamentos, princípios e justificativas da diretora e dona do pedaço. Travou-se o seguinte diálogo:
Marcadores: não-autorais, usina
Uma multidão está ao lado
Cornitermes cumulans & Cornitermes snyderi
Vocês devem ter percebido que estou mais tagarela que o normal. É verdade!!! Se olharem o "Arquivo" dificilmente encontrarão mais de dois posts em um msm dia. É uma nova fase de algo que definitivamente não pode cair numa mesmice e , pelo contrário, estará sempre se transformando!
Ultimamente venho acordando irritado pela manhã... Hoje acordei lá pelas 11 e não estava me sentindo legal, revigorado!!! Venho dormindo mal, talvez pelo calor ou pelo descontrole geral que aparentemente tenho em relação a minha vida! Muito tem sido feito e pouca realização tenho sentido! Pouco retorno...
Pessoal,
Intro:


Li, no Journal for Advanced Practical Research sobre dois fascinantes projetos que estão sendo desenvolvidos por cientistas do M.I.T. Em decorrência dos problemas ambientais provocados pelo uso da energia os cientistas têm estado à procura daquilo a que deram o nome de ‘tecnologias suaves’, por oposição às ‘tecnologias duras’. Tecnologias suaves são aquelas que têm por objetivo produzir energia sem poluir e com um gasto mínimo ou nulo dos combustíveis. Por exemplo: a produção de energia por meio de moinhos de vento ou de energia solar é macia porque nem polui e nem esgota recursos naturais. Já a produção de energia em usinas movidas a carvão é dura: esgota as reservas de carvão e polui. Preocupados com a crescente demanda de energia, a escassez de recursos e a poluição, os ditos pesquisadores estão trabalhando no sentido de produzir artefatos técnicos que não façam uso nem de energia elétrica comum, nem de pilhas e nem de energia nuclear. O primeiro projeto contempla a construção de um pequeno objeto produtor de luz, com essas características econômicas. Trata-se de um vaso de metal ou vidro, com boca afunilada como numa garrafa, cheio com querosene, do qual sai um barbante grosso e que produz luz quando uma faísca é produzida na ponta do pavio - nome técnico que se deu ao tal barbante grosso. A faísca, para ser produzida, dispensa o uso de fósforos. Basta que se batam duas peças de metal na proximidade da ponta do pavio. Do choque das duas peças de metal salta uma faísca que incendeia o pavio, produzindo uma chama amarelada suave. No momento o pesquisador está lutando com um problema para o qual ainda não encontrou solução: um cheiro característico desagradável, resultante da combustão do querosene. Mas, com os recursos da química, ele espera poder produzir chamas com os mais variados perfumes - o que permitirá que o dito artefato venha a ter o efeito espiritual dos incensos. Esse artefato dispensa o uso de pilhas e de energia elétrica tradicional, podendo ser usado em qualquer lugar. O outro projeto procura produzir um aparelho de som que funcione sem pilhas e sem eletricidade, bastando, para isso, o emprego da energia humana e do efeito armazenador das molas: gira-se uma manivela que aperta uma mola que faz girar o disco que, tocado por uma agulha, produz som através de uma corneta metálica. Com esse artefato é possível ouvir música até no alto do Himalaia.
Marcadores: não-autorais, textos, usina
Complicada essa expressão, né?! Mas o significado que ela contém é magnífico!!!
É muito estranha a sensação de estar duelando com o tempo... Essa é uma batalha em que não se pode pretender vencer. Não há outra alternativa a não ser se render e tornar-se aliado a esse oponente tão formidável, tão sutil... Deve-se sim, aprender a lidar melhor com o tempo para não ocorrerem falhas! Isso é um importante aprendizado...